Quarta-feira, 1 de Abril de 2009

De novo as flores

(foto minha)

 

 
 

As flores que me deram
Parecem violetas mimosas
Mas são folhas gastas
De papel
Onde os versos se desfolham
Um a um...em perdição.
Nunca as vi secas ou mortas
Mas sim, viçosas
Até cheirosas... 
No canteiro da ilusão...!
 
Quando quero...vou procurá-las
E cavo mais fundo o chão
Para assim não me perder
Nas memórias da paixão.
 
 
Ai...as flores que me adornam
Não são rosas
Nem açucenas
Tão pouco são poemas
Cheios de logros de amor.
São quimeras...
Apenas!
Onde me despojo da dor.

 

(As flores de Papel, 2007)
 

 


escrevinhado por MT-Teresa às 09:47
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Terça-feira, 17 de Março de 2009

Quanto, quanto me queres?

Rodin

 

Quanto, quanto me queres? - perguntaste
Numa voz de lamento diluída;
E quando nos meus olhos demoraste
A luz dos teus senti a luz da vida.

Nas tuas mãos as minhas apertaste;
Lá fora da luz do Sol já combalida
Era um sorriso aberto num contraste
Com a sombra da posse proibida...


 

Beijámo-nos, então, a latejar
No infinito e pálido vaivém
Dos corpos que se entregam sem pensar...


 

Não perguntes, não sei - não sei dizer:
Um grande amor só se avalia bem
Depois de se perder.

 
António Botto

 
( 50 anos da sua morte)

 


escrevinhado por MT-Teresa às 19:50
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Sexta-feira, 15 de Agosto de 2008

O Verão do meu contentamento

Foto de MTeresaVivências

  

(Um girassol do meu pequeno jardim) 
  
 
------

 

As nuvens que me ensombraram 

a alma, em estações frias e cinzentas,

levou-as o vento. Um sol radioso 

floresce no sorriso tórrido do girassol

que me enfeita o rosto. 

Este rosto, sem os traços da solidão

e do cansaço, é como uma janela aberta, por onde a lua espreita

e as estrelas se encontram nas noites cálidas de Verão.

O mar, aparece, triunfante, a dançar nos meus olhos.

A areia, sob os meus pés, deixou de ser um deserto

esmagador e cobre-me de finos grãos. A suavizar-me os passos.

 

Regresso, com flores nas mãos,

e o corpo perfumado de maresias.

Conchas, com o mar lá dentro, enfeitam-me o cabelo

agora mais doirado pelos raios solares.

 

O Verão, apagou-me as lágrimas

porque me devolveu a lisura dos dias

e as noites de paixão.

 
 
 

 

 

neste momento estou: renascida

escrevinhado por MT-Teresa às 13:15
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Sábado, 31 de Maio de 2008

Eu ouso a paixão

 

Pintura de Tamara de Lempicka

 
      
Eu ouso a paixão
não a recuso

Escuto os sentidos sem o medo por perto
troco a ternura da rosa
ponho a onda no deserto

A tudo o que é impossível
abro e rasgo o coração
Debaixo coloco a mão
para colher o incerto

Desembuço o amor
no calor da emboscada
infrinjo regras e impeço

Troco o sonho dos deuses
por um pequeno nada

Desobedeço ao preceito
e desarrumo a paixão
Teço e bordo o meu avesso
e desacerto a razão 
 

Maria Teresa Horta

 
 


escrevinhado por MT-Teresa às 00:00
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Quarta-feira, 23 de Abril de 2008

Fiz-me livro nas tuas mãos

 

Óleo de Antonio Peticov

 

 

Esta noite desfolhei-me nas tuas mãos
E fiz-me livro. Poema. Paixão.
 
Não me queiras toda...
Ainda não!
 
 
Deixa-me uma página
Apenas uma. Branca.
Desse livro inacabado
[ Que sou eu ]
P'ra te dar em segredo
Os meus beijos
Num soneto apaixonado.
 
 
Ah...! Meu amor!
O livro que escrevo a teu lado
Tem folhas de filigrana
A rendilhar-me o corpo.
 
 
São imaginários os versos que te faço
E rubros!
Como o ardor
Que leio nos teus lábios.
 
Não me queiras toda...
Ainda não!
Vem desfolhar-te tu.
Inteiro. Nas minhas mãos.
 
 
 
 

 
neste momento estou: bem

escrevinhado por MT-Teresa às 22:14
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Quinta-feira, 14 de Fevereiro de 2008

Celebrar o amor

 

Estrela da Tarde

 

Era a tarde mais longa de todas as tardes que me acontecia
Eu esperava por ti, tu não vinhas, tardavas e eu entardecia
Era tarde, tão tarde, que a boca, tardando-lhe o beijo, mordia
Quando à boca da noite surgiste na tarde tal rosa tardia

Quando nós nos olhámos tardámos no beijo que a boca pedia
E na tarde ficámos unidos ardendo na luz que morria
Em nós dois nessa tarde em que tanto tardaste o sol amanhecia
Era tarde de mais para haver outra noite, para haver outro dia

 

Meu amor, meu amor
Minha estrela da tarde
Que o luar te amanheça e o meu corpo te guarde
Meu amor, meu amor
Eu não tenho a certeza
Se tu és a alegria ou se és a tristeza
Meu amor, meu amor
Eu não tenho a certeza

 

Foi a noite mais bela de todas as noites que me adormeceram
Dos nocturnos silêncios que à noite de aromas e beijos se encheram
Foi a noite em que os nossos dois corpos cansados não adormeceram
E da estrada mais linda da noite uma festa de fogo fizeram

Foram noites e noites que numa só noite nos aconteceram
Era o dia da noite de todas as noites que nos precederam
Era a noite mais clara daqueles que à noite amando se deram
E entre os braços da noite de tanto se amarem, vivendo morreram

Eu não sei, meu amor, se o que digo é ternura, se é riso, se é pranto
É por ti que adormeço e acordo e acordado recordo no canto
Essa tarde em que tarde surgiste dum triste e profundo recanto
Essa noite em que cedo nasceste despida de mágoa e de espanto

Meu amor,  nunca é tarde nem cedo para quem se quer tanto!

 

José Carlos Ary dos Santos

 

neste momento estou: bem

escrevinhado por MT-Teresa às 07:50
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Sábado, 9 de Fevereiro de 2008

O Jardim Secreto

  

Foto MTeresaVivências

 

 
e das profundezas do meu sentir azul

[onde as alvoradas se escondiam]

amanhecem flores rosáceas...

 

o vazio dilui-se na mistura líquida dos prantos

e o sal sagrado da tua boca tempera o meu corpo

dando vida às areias moribundas da paixão

 

lentamente, deixo que invadas o meu jardim secreto

onde amores nascem e morrem ao sabor do vento 

 

...cheio de ternura, semeias uma flor no chão do meu desejo

 

 

 

 

neste momento estou: bem

escrevinhado por MT-Teresa às 09:52
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Sexta-feira, 25 de Janeiro de 2008

Amar

(tela de Daniel Gasser)

 

 
... quem ama nunca sabe o que ama
nem sabe por que ama, nem o que é amar ...
amar é a eterna inocência,
e a única inocência não pensar...

 

Alberto Caeiro in "O meu olhar"

.....

 

Da minha fantasia nascem corpos de marfim
Corações presos a mim e paixões tresloucadas.
Mas são fantasmas azuis...
Esfumados como eu já fui
Perdidos na madrugada.
 
 
 

 

neste momento estou: a tentar...

escrevinhado por MT-Teresa às 07:43
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Segunda-feira, 26 de Novembro de 2007

Parada dentro de ti

 

(Imagem de autor desconhecido) 

 
 

estou parada dentro de ti
parada e desfalecida
porque o ar me foi roubado
pela tua boca
e o meu corpo permanece aprisionado
na memória das tuas mãos de nuvens claras
mãos que romperam os véus negros
que me escondiam de mim
e onde a paixão existia
adormecida
 
estou parada no movimento
perpétuo das marés
onde o mar do teu corpo
se desfaz nas areias escaldantes
do meu querer
 
 
estou parada nos céus
infinitos dos teus olhos
que me arrastam
para o abismo azulado
inolvidável
que se revela
na tua presença
 
mesmo que a ausência
me atormente
ficarei sempre parada
dentro de ti
 
MT-Teresa
 
neste momento estou: parada

escrevinhado por MT-Teresa às 21:51
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Quarta-feira, 21 de Novembro de 2007

As Flores da Paixão

 
Pintura de S. Dali
 
Não tenhas pressa!
Abraça as flores
como se fosse
um doce perfume
que se cola lentamente
à pele 
e se deseja
cada vez mais entranhado

Acaricia o cheiro
como se fizesses amor
e o universo inteiro
abrisse as portas
para mergulhares nele

Sente o aroma salgado do mar
que as flores transportam
sente o grão de areia que o vento
depositou nos teus olhos
cegando-te com a luz branca
 da dádiva divina
de estares
perante a beleza proibida
que só alguns alcançam

Sente-me em tudo o que tocas
cheiras, amas
como se eu fosse bruma descoberta
para além de todas as
fronteiras

Vem resgatar as flores de Maio
quando a tua alma
o teu espírito inquieto
e o teu corpo sedento
se render às dores
da ausência
e morrer de paixão
por não me teres
 
MT-Teresa
 

escrevinhado por MT-Teresa às 21:25
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Segunda-feira, 12 de Novembro de 2007

As Nossas Madrugadas

  Escultura de Rodin

 

Desperta-me de noite
o teu desejo
na vaga dos teus dedos
com que vergas
o sono em que me deito

pois suspeitas

que com ele me visto e me
defendo

É raiva
então ciume
a tua boca

é dor e não
queixume
a tua espada

é rede a tua língua
em sua teia

é vício as palavras
com que falas

E tomas-me de força
não o sendo
e deixo que  meu ventre
se trespasse

E queres-me de amor
e dás-me o tempo

a trégua
a entrega
e o disfarce

E lembras os meus ombros
docemente
na dobra do lençol que desfazes
na pressa de teres o que só sentes
e possuíres de mim o que não sabes

Despertas-me de noite
com o teu corpo

tiras-me do sono
onde resvalo

e eu pouco a pouco
vou repelindo a noite

e tu dentro de mim
vais descobrindo vales

 
 
Maria Teresa Horta

 

neste momento estou: viva

escrevinhado por MT-Teresa às 19:26
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Domingo, 4 de Novembro de 2007

Mar de Silêncios

Quadro de Jurgen Gorg
 
 
O teu jardim
onde eu dançava, encantada,
 ao sabor do teu vento enamorado
deixou-me um travo doce
 que adivinho desde que existo
 e que provei em ti
 
A tua alegria
 uma corrente mágica a prender-me
 onde os risos puros da infância
que eu julgara perdidos
me eram devolvidos
 
O teu amor
envolvia-me em caricias de sóis
abrasadores
a irromperem das manhãs
do teu corpo 
 
Contigo...
 fui mar fogoso
porto de serenidade e loucura
espaço de apenas dois barcos
 de velas escarlate
e luas azuis
que eram os nossos corpos
apaixonados
e os nosssos olhos
semicerrados
 
mas
 
sem o teu sorriso
e a tua luz 
seco lentamente
 no mar de silêncios
que me deixaste
 
 
 
MT-Teresa
( 5Set07 e 04Nov07) 
 


escrevinhado por MT-Teresa às 19:44
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Sexta-feira, 19 de Outubro de 2007

O colar

 

Imagem retirada do Google

 

Fiz dos teus dedos um colar
de pérolas, reluzente...único
que alinhei no fio dos teus olhos
quando me sonhas casta e pura
 
e com as tuas mãos a servir de moldura
deixei-me enfeitar
nua
 
 
MT-Teresa
 

escrevinhado por MT-Teresa às 21:18
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Sábado, 29 de Setembro de 2007

As flores de papel

 

.

As flores que me deram
Parecem violetas mimosas
Mas são folhas gastas
De papel
Onde os versos se desfolham
Um a um...em perdição
Nunca as vi secas ou mortas
Mas sim, viçosas
Até cheirosas... 
No canteiro da ilusão
 
Quando quero...vou procurá-las
E cavo mais fundo o chão
Para assim não me perder
Nas memórias da paixão
Ai...as flores que me adornam
Não são rosas.
Nem açucenas
Tão pouco são poemas
Cheios de logros de amor
São quimeras...
Apenas!
Onde me despojo da dor
.
MT
.
neste momento estou: aliviada e a seguir em frente

escrevinhado por MT-Teresa às 10:47
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Domingo, 23 de Setembro de 2007

Inventa-me!

.

Inventa-me...
nos teus olhos
nos teu braços
atordoada pelo cheiro
que passa da tua pele à minha
 
Inventa-me...
nos dias e noites
em que solitáriamente me procuras
e eu a ti...
.
Inventa-me...
 nas palavras que me roubas
sempre que a paixão se revela
alimento da tua fome
do belo, e do amor
em forma de poema
 
Inventa-me ainda...
como se o meu medo
não existisse
e uma alvorada
te acariciasse
com o meu sopro de
mulher e de menina
 encantada
 
Inventa-me por fim...
à medida  do teu desejo
que se percebe imenso
ainda que suspenso
das madrugadas
que se adivinham no teu
e no meu corpo
 
Nunca deixes de me inventar
e de pores na minha boca
os beijos que não me dás!
.
 MT-Abril 07
.
(imagem de autor desconhecido)
.
neste momento estou: bem

escrevinhado por MT-Teresa às 10:36
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Quarta-feira, 2 de Maio de 2007

O Pássaro Azul

 

.

 

Há um pássaro azul
que canta em mim
as flores silvestres
com que perfumo o dia
e cativa
os mares amorosos
que eu abraço nua
quando os olhos se perdem
num tempo sem tempo
ao encontrar os  teus
.
 
São cantos de beijos
dançando nos meus lábios
ao som da água fresca
cristalina e leve
que mal se sentem quando
os sopro...
.
como se fossem uma pena azul
roubada do meu corpo
quando me deixo morrer
nos teus braços
 
Sim...
habita um pássaro em mim
livre, audaz e apaixonado
que leva à loucura
estes mares de que sou feita
e que por ti são fúria
.
Teresa E. (02/05/07)
.
neste momento estou: a voar

escrevinhado por MT-Teresa às 19:42
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" As ondas quebravam uma a uma. Eu estava só com a areia e com a espuma. Do mar que cantava só para mim

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