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Quando abri a janela, o vento bateu-me no rosto e um cheiro intenso a manjerico entrou sem cerimónia na minha casa.
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Sem saber como, senti os passos traquinos da infância que me veio visitar e com ela as memórias das noites de calor de Junho, das fogueiras, dos risos e brincadeiras, do "tostãozinho" para o Sto. António, dos arraiais, das marchas populares a descer a Avenida, e da festa de uma Lisboa atrevida e engalanada.
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O meu café hoje tem cheiro a manjerico.
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Bom dia!
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