Sábado, 20 de Janeiro de 2007

Coisas simples

.

Chamam-lhe Cravos da India e dão colorido e beleza à minha "horta" (mesmo no Inverno)

.

Sendo "alfacinha de gema" e pouco habituada à vida no campo, a minha mãe fica de boca aberta e diz-me muitas vezes:

- Como tu gostas dessa "parvalheira" !

.

Eu, com alguma paciência, explico-lhe (mais uma vez) que me faz bem, ao corpo e ao "espirito", sair da cidade aos fins de semana e ir para a "parvalheira", revolver a terra,  respirar ar puro, ver o mar (ali tão perto), sentar-me cá fora com o sol a aquecer-me, e não pensar em nada.

.

As coisas simples fazem bem!

(a minha amiga Clara que sempre me acompanha que o diga...)

.

Bom fim de semana

.

neste momento estou: risonha
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escrevinhado por MT-Teresa às 10:47
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15 comentários:
De a 20 de Janeiro de 2007 às 13:57
Teresa

Tb para ti, um bom fim de semana.
beijo



De MT-Teresa a 23 de Janeiro de 2007 às 20:26
Olá Zé

Sempre presente...obrigada

Uma boa semana para ti...cuidado com o frio

Bjo


De Gaivota a 21 de Janeiro de 2007 às 18:44
Bem...cravos da India e muita erva à mistura.....Rssssssssss
Mas tens razão é uma maravilha, é aquele desejar que a semana passe para ir para o sossego......Se bem, que , para quem vive no sossego da aldeia, a nossa chegada semanal é o desestabilizar completo.....Rsssssssssssss
Clara


De j a 21 de Janeiro de 2007 às 20:33
Existe uma certa aldeia
lá para os lados do (não digo)
Onde imperava o sossego
Antes de lá teres um abrigo.
Chegaram as gargalhadas
Logo a seguir ao sol pôr
e o fulano das C??????
Que diz coisas engraçadas
Está la para as descompor.
È um abrigo encantado,
Mas o jardim tem defeitos
Há erva nos cravos- da- indía
e salsa nos amores-perfeitos
Para não falar na hortelã
que fica ao entrar da porta
Até a pequena nespereira
coitadinha... nasceu torta.
Os bolbos que estão nos vasos
á espera de nascer,
vão ter que ir á tasquinha
se água querem beber.
Mas amigos, não se aflijam
porque tudo vai dar certo
tenho é pena das florzinhas
quando elas estão por perto.
Uma alfacinha de gema
com uma enxada na mão!...
Pobre terra do sossego
tá instalada a confusão.
J.


De Gaivota a 22 de Janeiro de 2007 às 16:34
J,
Gostei da parte da salsa nos amores perfeitos....rsssssssssssss
São amores temperados e bem cheirosos,ficam perto dos coentros!!!!
A nespreira não nasceu torta,
fui eu que lhe cortei um ramo
para ganhar a inclinação
e deixar o Sol entrar na" horta".....
isto foi forçado para rimar
O que é preciso é inspiração!!!!
Rsssssssss
Beijinhos
Clara


De MT-Teresa a 23 de Janeiro de 2007 às 20:24
Clara

Desculpa lá...acabei de te fazer um elogio público ...mas pensando bem..só tens jeito para as flores..porque de horta não percebes nada...rsss.

Quase que arrancavas a pobre da nespereira...duvido que ela vá sobreviver..mas ok..eu sei que a tua vontade era cortá-la..mas eu não deixo...



De MT-Teresa a 23 de Janeiro de 2007 às 20:21
J,
Fazer versos é como andar de bicicleta..não é?..rsss

Agora toma a devida nota:
Não tenho salsa no meu canteiro
e muito menos nos amores-perfeitos
"vivem" lá umas ervinhas
alguns trevos bem verdinhos
que serão arrancadinhos
pelas duas "alfacinhas"


e aquela aldeia recatada
aprendeu como se dão
verdadeiras gargalhadas
e adora a confusão
que ali foi instaladai


Quanto à enxada...há quem vá ao ginásio...rsss


Beijinhos




De Dante a 22 de Janeiro de 2007 às 15:38
Todos nós temos que ter o nosso "refúgio em dias de tempestade" não é verdade.
Eu gosto da música da fiel guitarra e o massacrado piano no quais descarrego a minha fúria os meu desalento ou o oposto.....
Um abraço e bom inicio de semana.
Dante


De MT-Teresa a 23 de Janeiro de 2007 às 20:12
Dante

Espero bem, que já te tenha passado a vontade de dar o "tal tiro.."

Cada um procura encontrar a sua forma de "gritar" a sua fúria e outras coisas...só assim se consegue (sobre)viver

Cuidado não partas o piano...e depois como fazias a tua música?

Boa semana..apesar do frio

Um abraço


De Augusto P.Gil a 23 de Janeiro de 2007 às 00:51
Estou a ouvir a Janis e estou a ler o teu escrito sobre a "parvalheira", não sei onde a tua fica, mas sei onde fica a minha, para onde me refugio, não sõ aos fins de semana, mas sempre que posso. Ás vezes pergunto-me porque não fico lá...No campo, junto da praia, bem pertinho do céu...Onde vejo as flores e as arvores que plantei e que vi crescer e as raizes que não quero arrancar...Um beijo para ti.
Gil


De Visitor® a 23 de Janeiro de 2007 às 08:34
Ok, Gil, mas por favor não ponhas a Janis com o volume muito alto, pois daí da "esquina de baixo" podes partir os vidros daqui da "esquina de cima"... e das restantes redondezas...

As "parvalheiras" são todas excelentes para recarregar baterias, acredita nisso!!!

Um abração para ti, "vizinho"

Visitor®


De MT-Teresa a 23 de Janeiro de 2007 às 20:07
Gil
Obrigada pela visita. As nossas "parvalheiras" ficam perto ( acho eu) . Um dia destes digo-te onde fica a minha..rsss

Força para o teu blogue (já li a Rosa...lindo!) e continua a inspirar-te no teu "refúgio/parvalheira", para escreveres belos poemas

Beijinho tb para ti
Teresa


De Henrique a 23 de Janeiro de 2007 às 08:37
Mau!

Afinal, és Alf...azema ... ou Alf... acinha, Maria Teresa?...

Será que isto indica que ... criaste raizes?...

Ou não será que tens saudades de seres outra Alf..., de sentido mais profundo...?

hehehehehe


Beijinho
Henrique


De MT-Teresa a 23 de Janeiro de 2007 às 20:02
Henrique

Pelos visto sou muita coisa começada por Al... será a costela "moura" que ainda não descobri que tinha...rsss ????

Mas gostei especialmente da forma encontrada por ti..para me chamares flor


De Henrique a 24 de Janeiro de 2007 às 17:00
Pois agora, para te picar, chamo-te...

Alf... inete...


hehehehehe

Beijinho, miga

Henrique


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