Terça-feira, 30 de Janeiro de 2007

Ausente de mim

 

.

ando pela vida

de olhar atento

triste

ao mesmo tempo

ausente

quase perdida

pouco tenho

e até o amor

já não me lembro

a quem o dei

de folhas secas

vestida

caminhos cerrados

avisto

chamam-me

vultos sombrios

que me acenam

desesperados

. 

.

dos meus amores

fica o sabor

salgado

restos do mar

onde me lavo

.

Teresa E

.

neste momento estou: mais ou menos

escrevinhado por MT-Teresa às 13:42
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Flor de Inverno

Cor nesta manha de cinza

.

BOM DIA

.


escrevinhado por MT-Teresa às 07:19
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Segunda-feira, 29 de Janeiro de 2007

Quero...

  Salvador Dali

.

Há sem dúvida quem ame o infinito,
Há sem dúvida quem deseje o impossível,
Há sem dúvida quem não queira nada
Três tipos de idealistas, e eu nenhum deles:
Porque eu amo infinitamente o finito,
Porque eu desejo impossivelmente o possível,
Porque quero tudo, ou um pouco mais, se puder ser,
Ou até se não puder ser...

Alvaro de Campos

.


escrevinhado por MT-Teresa às 22:56
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A Magia do Rugby

Ao meu filho que vai estar de novo em jogo, com as cores de Portugal vestidas, bem longe...

.

.

...........

Apetece-me escrever sobre o Rugby, porque ele faz parte da minha familia há 32 anos, e hoje comemora-se os 80 anos desta modalidade, no Benfica, com um jantar de Gala na Luz, onde estarei presente, juntamente com o meu filho, praticante desta modalidade desde os seus 8 anos de idade.
 
Tudo começou para mim, porque o pai do meu filho, era praticante da mesma modalidade, também no Benfica, e eu entrei nesta "familia" por força disso.
 
O meu filho seguiu os passos do pai e quando começou a treinar na 1ª equipa de "Benjamins", era ele que o treinava ajudando a formar muitos outros jovens.
 
Era uma alegria ver aquelas crianças, a dar os primeiros passos no mundo do desporto.
 
Na nossa familia, jogavam 2 gerações: O meu ex-marido, o meu cunhado, o meu sobrinho e por fim o mais novo, o meu filho.
 
O meu sobrinho era um jogador de elite, internacional, iria muito longe, se não tivesse que optar entre a medicina e o desporto. O meu filho continuou, apesar dos estudos, até hoje.
 
Confesso, tenho muito orgulho nele. Penso no meu pai, que partiu quando ele tinha apenas ano e meio de idade, e que era um grande benfiquista e que adoraria ter visto o neto, a caminhar na vida e a transformar-se num dos melhores jogadores Nacionais de Rugby.
 
O Rugby ajudou a formar a sua personalidade e a fortalecer os seus principios. Este desporto de grupo, de amizade e companheirismo, deu-lhe também as bases, para ser o homem que ele hoje é.
 
Sempre o acompanhei, sempre o estimulei, tal como o pai.
Faz parte da equipa Tri-Campeão da Europa (na variante de Sevens). Estará se tudo correr bem, nos convocados para o Mundial, a par com os melhores do Mundo (onde nos seus Países têm todas as condições, ao contrário de Portugal)
 
Ele não ganha nada em termos monetários. Joga por amor ao desporto, à sua equipa e ao seu País. 
 
Já ganhou alguns prémios, entre eles o de melhor jogador do ano e... algumas fotos e destaques em Jornais.
 
Mas o que ganhou, e isso é o mais importante. foi um grande sentido de responsabilidade, lealdade e ajuda, de perseverança e força de vontade, que o ajudaram na sua vida privada , de estudante e de trabalhador. 
 
Hoje estaremos todos no jantar. Eu, o pai, o tio e o primo.
 
Filho obrigada pelas alegrias que nos tens dado.
 
A vida também é feita destes momentos. A minha tem sido!.

Escrito em 27 Nov 2004 

.

.............

.

Boa sorte, para ti e para todos os que te acompanham em mais esta viagem

.

neste momento estou: orgulhosa
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escrevinhado por MT-Teresa às 20:24
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Sexta-feira, 26 de Janeiro de 2007

Amores (imperfeitos)

 

"amor-perfeito" foto de MT

.

Despedimo-nos rapidamente sem olharmos um para o outro
Já tínhamos dito quase tudo.
Por isso, num desviar de olhos, cúmplice e significativo, calámos o resto.
O que faltava dizer. O que não precisou de ser dito.
Entrei no carro, acenei-te um adeus, mascarado de até amanhã.
Arranquei devagar e ainda te vi a olhares-me.
Voltei a cara, liguei o rádio e senti uma lágrima a deslizar.
Olhei em frente, determinada a não chorar e acelerei em direcção a casa.
Com os olhos postos no futuro.
Sem ti...

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neste momento estou:
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escrevinhado por MT-Teresa às 12:31
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Passeio de Balão

.

Acordei ao som do Louis Amstrong e logo depois ouvi que Lisboa está com 4 graus de temperatura.

.

Convido-vos a esquecer o frio e a pensar na Primavera.

Boa sexta feira

.

Louis Amstrong (what a wonderful world)

neste momento estou: com saudades da primavera
ao som de: Louis Amstrong
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escrevinhado por MT-Teresa às 07:14
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Quinta-feira, 25 de Janeiro de 2007

Mãos vazias

.

As minhas mãos
Estão vazias
Perdidas no espaço
Apenas a um passo
De te encontrar
Vagueiam cegas
Nas noites frias
Sentem a falta
Do teu amar
.
neste momento estou:

escrevinhado por MT-Teresa às 19:40
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Terça-feira, 23 de Janeiro de 2007

Apanhada de surpresa ( pelo destaque no Sapo fotos)

Abri o e-mail e encontrei esta mensagem:

Olá maramar,

 

Encontrámos a sua foto no Fotos SAPO, e gostámos tanto que decidimos destacá-la na página principal do serviço (http://fotos.sapo.pt).

 

Caso não chegue a tempo de ver a sua foto online, junto enviamos um screenshot da página inicial, no momento em que a sua foto foi destacada.

 

Para ver outros destaques realizados e ficar a par de todas as novidades deste serviço, visite o Blog oficial do Fotos SAPO (http://fotos.blogs.sapo.pt).

 

Parabéns e obrigado por usar o Fotos SAPO.

 

Susana Teodoro

SAPO Fotos

PT.Com

. 

Agradeço ao Sapo Fotos o destaque.

Confesso que fiquei surpreendida. Gosto de fotografia e nunca tive uma máquina capaz. O meu filho ofereceu-me uma Olympus (digital) neste Natal e eu de "máquina em punho" comecei a experimentar.

Esta flor (será malmequer?) estava assim, radiosa, há duas semanas, num vaso na minha Casa das Flores - Um dia de sol em pleno Inverno.

.

Foi comprada e "mudada" pela minha amiga Clara cujas mãos devem ser mágicas. Nada morre quando é ela a plantar, mudar, podar e até semear.

Este destaque é também para ela. Sem a flor não podia ter havido fotografia.

.

E...quando chegar a Primavera, vamos encher o meu (Vivências) e o dela (Clareando) de flores, para repartir com quem nos visita.

.

Teresa E( maramar no sapo fotos)

.

neste momento estou: muito florida

escrevinhado por MT-Teresa às 19:19
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Amanhecer

.

Sonhei com lúcidos delírios
À luz de um puro amanhecer
Numa planície onde crescem lírios
E há regatos cantantes a correr
.
 
Sophia de Mello Breyner in Dia do Mar
.

escrevinhado por MT-Teresa às 07:25
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Sábado, 20 de Janeiro de 2007

Coisas simples

.

Chamam-lhe Cravos da India e dão colorido e beleza à minha "horta" (mesmo no Inverno)

.

Sendo "alfacinha de gema" e pouco habituada à vida no campo, a minha mãe fica de boca aberta e diz-me muitas vezes:

- Como tu gostas dessa "parvalheira" !

.

Eu, com alguma paciência, explico-lhe (mais uma vez) que me faz bem, ao corpo e ao "espirito", sair da cidade aos fins de semana e ir para a "parvalheira", revolver a terra,  respirar ar puro, ver o mar (ali tão perto), sentar-me cá fora com o sol a aquecer-me, e não pensar em nada.

.

As coisas simples fazem bem!

(a minha amiga Clara que sempre me acompanha que o diga...)

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Bom fim de semana

.

neste momento estou: risonha
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escrevinhado por MT-Teresa às 10:47
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Sexta-feira, 19 de Janeiro de 2007

Malmequer...bem-me-quer

Da minha "horta"  transformada em jardim na  Casa das Flores

.

 

Um malmequer silvestre

para enfeitar a vossa mesa do café da manhã

  com desejos de um BOM DIA

 que promete ser de

 SOL

.

neste momento estou: florida
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escrevinhado por MT-Teresa às 07:36
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Quarta-feira, 17 de Janeiro de 2007

Espectacular


jerome murat
Colocado por segalier

escrevinhado por MT-Teresa às 19:38
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Miguel Torga - Centenário

Voz Activa

.

Canta, poeta, canta!

Violenta o silêncio

conformado

Cega com outra luz a luz

do dia

Desassossega o mundo

sossegado.

Ensina a cada alma a sua

rebeldia.

.

 

 

Miguel Torga

.

 


escrevinhado por MT-Teresa às 19:08
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Segunda-feira, 15 de Janeiro de 2007

História de um aborto

.

Quando a porta se abriu, perguntaram-lhe o nome e com um gesto fizeram-na percorrer um corredor comprido e escuro. Sempre em silêncio, indicaram-lhe uma cadeira para se sentar, no que parecia ser a sala de espera. Fria e quase despida de mobília. Olharam uma para a outra mudas. Não se atreviam a falar, já estava tudo dito e tudo decidido. Restava-lhes esperar pela "sua vez". E ter esperança de que tudo corresse bem.

Ele, o namorado, esperava na rua.
Tinham avisado:
- Nada de homens, se quiser pode trazer uma acompanhante.

Enquanto ali estava, só conseguia pensar que estava a pôr em risco a sua liberdade e até a própria vida. Teria dores, hemorragias? Se algo corresse mal, não tinha hipóteses de ser assistida, naquela casa onde "só" faziam abortos clandestinos. Pensou na mãe que nem sonhava que ela estava a passar por aquilo. Não pensou no filho que não queria. Pensou em si. Mulher jovem, solteira, a cometer um crime à face de uma lei, que os homens e a Igreja teimavam em impor às mulheres.

Finalmente chamaram-na. Entrou naquele quarto, onde estava uma mulher vestida de branco, uma maca, uma mesa com uns quantos instrumentos, que ela preferiu não "ver", uma bacia e uma cadeira.

A primeira pergunta que ela fez foi:

 - Vou ser anestesiada?

Lembra-se que lhe colocaram uma espécie de máscara, como a dos pintores. Lembra-se de ouvir um som, como se fosse uma torneira a pingar. Lembra-se do pavor que sentiu. Mais nada!


Quando começou a acordar, viu a mulher vestida de branco.
Disse-lhe que tinha corrido bem, mas...

- A menina tem o útero torto, sabia?
- Eu não, respondeu ela
- Por isso, tem que vir cá amanhã, para eu ver se ficou tudo limpinho.
- Não pode ver isso, hoje?  Agora?
- Não!

Sentiu-se impotente, aterrorizada. Pagou e saiu daquele último andar de um prédio antigo de Lisboa, a chorar enquanto descia as escadas. Teve que se recompor uns minutos antes de ir para a rua.

Não podia dar nas vistas. O namorado percebeu que algo não estava bem. Só lhe contou quando se sentiu a salvo, em casa da amiga.

Foi como se tivesse feito dois abortos. No dia seguinte, lá estavam de novo, aqueles dois jovens e a amiga de ambos. Clandestinamente perdidos e amedrontados.

A "senhora" de branco recebeu-a com maus modos e apressadamente. Quase sem anestesia, deitada naquela maca, ela apercebeu-se de tudo. O pavor que sentia era tal, que nem se lembra de ter tido dores.

A certa altura, ela ouviu " que já estava tudo bem".

Vestiu-se. Saiu sem olhar para trás. Jurou a si própria que tudo faria, para nunca mais ter de passar por aquilo, daquela forma.

Não foi presa, não ficou estéril, não morreu.

Mas nunca esqueceu!

.

(Quando decidiram os dois, já casados, que era a altura certa - tiveram um filho, amado e desejado)

Teresa E

.

neste momento estou: bem
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escrevinhado por MT-Teresa às 19:37
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Sexta-feira, 5 de Janeiro de 2007

Sombra

Estou de férias mas ainda em casa e de repente senti um impulso de ir ler os comentários que por aqui foram deixando os meus amigos (que me conhecem da vida..lá fora) e dos outros, anónimos, que me vão conhecendo aqui -  pelos meus escritos.

.

Alguns têm "recantos" que eu visito regularmente e através deles, começo também a  conhecer um pouco as suas "vivências" e sentires.

.

Há, no entanto alguém, que não posso visitar (porque anónimo sem espaço próprio e completamente desconhecido para mim) que foi o primeiro a comentar-me  e que se tornou em determinada altura, parte integrante deste espaço e que lhe "emprestou" mais colorido e vida.

.

Para esse alguém...que deixou de "estar" ...a minha saudade e as palavras do David Mourão Ferreira

Soneto de Áspera Resignação

Não me digas segredos nessa voz
em que dizes também o que não dizes.
Fica o silêncio ainda mais atroz
depois de entremostradas as raízes.

Prefiro que não digas nada, nada.
Que não sejas arbusto nem canção,
mas sombra entreaberta, recortada
por um lívido e breve coração.

Já que não podes dar-me o que eu sonhara
- inteireza de ramos e raiz -,
ao menos dá-me, intacta, a sombra clara
onde se esbatam vultos e perfis.

Pois nesta solidão melhor é ter
a sombra que um segredo de mulher.

David Mourão-Ferreira

ao som de: Sting
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escrevinhado por MT-Teresa às 10:56
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Férias

Como vou de férias, faço um intervalo...

Fiquem bem e não se esqueçam de "viver ainda melhor"

Teresa

.

neste momento estou: como o dia de hoje

escrevinhado por MT-Teresa às 09:49
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Quinta-feira, 4 de Janeiro de 2007

O sol nas noites e o luar nos dias

 

 
De amor nada mais resta que um Outubro
e quanto mais amada mais desisto:
quanto mais tu me despes mais me cubro
e quanto mais me escondo mais me avisto.
 
E sei que mais te enleio e te deslumbro
porque se mais me ofusco mais existo.
Por dentro me ilumino, sol oculto,
por fora te ajoelho, corpo místico.
 
Não me acordes. Estou morta na quermesse
dos teus beijos. Etérea, a minha espécie
nem teus zelos amantes a demovem. 
 
Mas quanto mais em nuvem me desfaço
mais de terra e de fogo é o abraço
com que na carne queres reter-me jovem.

.

Natália Correia
.

 

neste momento estou:

escrevinhado por MT-Teresa às 21:01
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Acordar

Este Post é para todos os que às vezes "acordam" ...assim

Animem-se porque está quase...

BOM DIA

.


escrevinhado por MT-Teresa às 07:28
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Quarta-feira, 3 de Janeiro de 2007

Vendaval

 

Eu tinha uns olhos de neve

no tempo do vendaval;

sob os olhos, flores geladas;

por sobre o espelho tremente

finas bagas de cristal.




O tempo do vendaval

governa ainda os meus dias. 

E um arrais de neves frias

põe cansaços de metal

nas doces melancolias.





Nas noites de lume fosco

sobre a água corredia,

um rosto que não tem rosto

e que se esfuma no dia

preside ao branco cenário

de uma única harmonia ...





Vendaval de mãos tão frias:

deslaça-me estes cabelos,

abre-me os braços sem elos,

faz de mim águas sombrias,

sem canto de rouxinóis

nem folhagem protetora,

nem melodias de aurora,

nem mansos beijos de sóis.





Inunda-me estes ouvidos

de raízes muito velhas;

põe longe as festas vermelhas

que eu tive nos meus sentidos,

e de uma vez para sempre

livra-me toda de mim.

 
 
Natércia Freire

.



escrevinhado por MT-Teresa às 18:53
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Hoje já é o 3º dia?

 

 
Parece que sim....
 
Para mim é mais um dia igual aos outros. Adormecer e acordar nesta casa de silêncios ás vezes pesa e hoje parece que carrego uma tonelada. Ontem fumei muito, deve ser por isso, ou então é por algum outro motivo que ainda não descobri. Também ainda é cedo para fazer "leituras" do meu estado de "alma", se bem que qualquer hora "é hora". Mas hoje não me apetece. Eu sei o que me iria fazer bem. Era voltar a dormir ( se conseguisse) e ficar todo o dia assim. Parada.
 
Era isto que eu queria. O que eu tenho de fazer é outra coisa. É isso...tenho que abrir o roupeiro das máscaras, escolher uma. Depois vou ao dos sorrisos ( hoje tem que ser um discreto). Não me posso esquecer da "caixinha da saúde" para dar um ar mais natural, porque pelo que vi de relance, estou com uma cara daquelas...de fugir.
 
Olhei agora e vi que o dia também precisa de uma cor.
 
Isto pega-se????
 
Bem...vou fechar, para abrir noutro sítio.
Maldita "caixa"!
.
neste momento estou: nem digo
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escrevinhado por MT-Teresa às 07:44
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Segunda-feira, 1 de Janeiro de 2007

A música

 

A música que me chega 
Já a conheço, e não tem fim 
 
 
São cantares de longe
Que velam por mim
Como se criança eu fosse
A brincar de "esconde"
P´ra fugir de ti
.
Teresa E
.
ao som de: Annie Lennox - Why

escrevinhado por MT-Teresa às 22:12
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Bom dia...Ano

 "Flores" foto de MT

.

Há manhãs maravilhosas
Cheias de caricias e beijos
Inebriantes e luminosas
Que nos sussuram desejos
.
Bom dia... cheio de sol
.
Teresa
.
neste momento estou: cheia de energia
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escrevinhado por MT-Teresa às 12:09
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Bem Vindos



" As ondas quebravam uma a uma. Eu estava só com a areia e com a espuma. Do mar que cantava só para mim

Sophia de Mello Breyner



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