Quarta-feira, 8 de Julho de 2009

Despedida

Foto minha


Ameaçadoras as nuvens cobrem o meu horizonte de luz

E os meus olhos deixaram de ser de mar.

 

Passo pela multidão fechando o meu rosto aos olhares

que me tentam decifrar o pensamento e o sentir.

 

Interpreto os silêncios e as ausências de uma forma crua e dolorosa.

A verdade está para além das palavras que se dizem por dizer.

A verdade não se esconde por mil máscaras que se usem.

 

A verdade é que estou só!

Estou só no meio de uma tempestada repentina e duradoira.

E não sabia...

 

Hoje, escrever a dor é difícil. Tal como foi, outrora, escrever a alegria.

 

O meu grito é interior. A minha escrita também.

 

----

 

Obrigada a todos

 

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escrevinhado por MT-Teresa às 22:39
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De arteaportugal a 20 de Setembro de 2009 às 11:47
Gostei é lindo. Mas, infelizmente, porque na avidez politizamos. E, em irresponsabilidade e abandono ao bem comum, engordamos os políticos. O planeta, cada vez está mais só. Sem mão que largue um cibo de pão, ao pobre que fizemos.
Restamos
Feneceu-se idade.
Em demanda da liberdade.
Mas somente arame farpado idealizamos.
E nenhuma abrangente porta criamos.
Em tanto espaço percorrido.
De caminho sofrido.
No entanto, ainda restamos!
E, talvez? Porque gostamos?
Desalmadamente ficamos.
Na crueldade
De quem nega a liberdade.
Primária ignorância.
Ignorante ganância
Do preludio da criação.
Quando a mesma, vivia sem oração.
Sem édito social.
Nem estabelecimento policial.
Controlador de casual humana arrogância
E humanitária intolerância.
Esta humanidade, depois de tantas gerações.
Invernos e Verões, e outras planetárias estações.
E consequentes vividas lições.
Continua a navegar sem humano colorido.
Depois de tanta vivida distância.
Em tanto tempo decorrido.
Sem libertadora constância.
Caminho errático, sem credo aferido.
Saturado de danos.
Em milenares enganos.
É o espaço que gastamos.
Enquanto por cá andamos.
Até atingirmos estas incongruentes militâncias.
Das administrações de sangrentas matanças.
Que o planeta, lideram por nefastas heranças.
Senhor! Como ainda continuamos tão profanos?
Neste mundo de tantos arcanos.
Deus! Somos hoje mais sanguinários!
Que na auspiciosa aurora da humanidade.
Em que não se pensava em tantos imaginários.
Nem ainda se lutava por liberdade.
Pois ela era intrínseca da universalidade.
Quando a vida, não tinha lembranças do transacto.
Mas, ao futuro já era um facto.
E, caminhava a preferíveis itinerários.
Tempos de percursos extraordinários.
Complexos binários.
O tempo, espaço, é um excepcional prestidigitador.
Do passado eleva o vindouro.
Nem sempre... Imitador.
Presenteia-nos o presente... Nem sempre de ouro.
Delega-nos com a idade a melancólica saudade.
Do espaço da tenra idade, dos sonhos de felicidade.
Do passado juvenil ao presente da velhice.
Futuro de ontem... Pior maldade.
E, eversiva pulhice.
Deus! Senhor dos tempos! E de todos os universos!
É de orações o teu terço! Rezado em seculares versos.
Quando a dor ao coração não mente.
E a alma, com o todo se torna abrangente.
Todo o ser ao infinito se lamenta.
E na graça divina se alimenta.
Porquê este presente?
Será que o tempo é ingénua ilusão?
O futuro espaço ausente?
Na cósmica confusão.
Que, ao planeta dá a vida crescente.
Senhor! Depois de tantos anos de planetários transformismos.
E de passarmos por tantos abismos.
Somos hoje os mesmos. Não desnudos! Mas piores!
Já temos oração e congregação.
Rabinos, califas, vizires, cardeais, Bispos e Priores.
Por todo o planeta à diferente pregação.
E inumeráveis procissões.
De diferentes rituais e confissões.
Há rituais de benéficos altares.
E alegres dançares.
Há rituais de morte.
Imolação de virgens sem sorte.
Mas já temos alguma social civilização.
Vivemos em social organização.
Com leis e estatal fiscalização.
No todo planetário, à comunhão diferente.
Mas, o humano, na sua maioria é crente.
Temos a bíblia, a tora, o Alcorão e outras santas escrituras.
Das divindades das infindas alturas.
Mas, negamos e escondemos o coração.
Ao humano que se prostra em oração.
Que desnudo roga alimento.
Para seu sustento.
Temos tribunais e exércitos.
E códigos de humanos lícitos.
Temos fossas e prisões.
E muitas humanas exclusões.
Traímos por míseras possessões.
Em servilismo a pessoais concessões
E desalmadamente aniquilamos.
Os que dizemos amar ou não amamos.
Para nosso bem estar matamos.
Partidários e adversários.
Operários e empresários.
Que nos sejam opositores.
Assim como, crucificamos em agonizantes dores.
Em consonância com ideias e honorários.
Todos os esclarecidos contraditórios.
Vivemos um evolucionar de horrores.
A infundir humanos pavores.
Negamos e descriminamos.
Assim, como minamos.
O humano parceiro.
Que, não aceitamos por companheiro.
Porque à Nação, quer ser ordeiro.
Nestes universais movimentos.
E contínuos ventos.
Que, no tempo modelou os continentes.
E enfunou as velas dos navegantes.
Criou os oceanos.
E todo o envolver de arcanos.
Que acompanham o evolucionar do


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